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O amigo Guilherme De Lucca nos enviou um kit com duas cadernetas da Storm Write  para testarmos.
Assim que o material chegou, começamos com os testes.
Agora vamos apresentar os resultados:

Pegada

Cardeneta-2
– Este foi o modelo que mais gostamos. As dimensões, similar ao tamanho de uma fotografia de papel, permitem que possa ser segurado com muito conforto.

Cardeneta-1

– Este  modelo é um pouco maior do que o primeiro. Sua pegada não é tão confortável, mas não é ruim. As dimensões dessa caderneta  permitem a criação de tabelas para preenchimento rápido.
(Para isso recomendo uso de caneta para retro-projetor)

* Colocamos 7 páginas porque a capa desse modelo vem com uma região central.

Escrita

Untitled-2

Utilizamos canetas de Nanquim e de retro-projetor; Lápis HB, 2B e B.

Os resultados:

A parte da frente das folhas são mais lisas que a do verso. Por isso, escrever na parte de trás das folhas foi mais agradável que na parte frontal.
Então vamos ao resultado:
Caneta de Nanquim -> Não recomendo, o nanquim escreve bem quando a caderneta está seca. Porém quando molha a caneta para de funcionar.

Caneta de retro-projetor -> Escreve bem quando seca, mas a caneta não funciona com a ponta molhada.

Lápis -> Não notamos uma diferença muito significativa entre os modelos de lápis que testamos. Todos funcionaram de forma perfeita. Até com a caderneta submersa  é possível fazer anotações.

Quando se apaga as informações a caderneta fica com leves riscos incolores, mas isso não atrapalha em nenhuma forma sua reutilização.

Vale a compra?

O custo benefício é muito bom. O material tem boa resistência e qualidade. As folhas parecem ser feitas com algum tipo de PVC, tem uma boa espessura e não rasgam.

Deixamos como sugestão aos criadores a criação de um modelo intermediário – (20 x 12).

Para quem  quiser investir no equipamento basta entrar em contato pelo telefone: 49 9904-9225 (Tim) ou 48 9104-9225 (Vivo) ou atráves do email:  stormwriter0@gmail.com

Rodrigo Tinoco

Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, o biólogo mineiro dedica-se a aplicação de tecnologias digitais e ao estudo dos répteis e anfíbios brasileiros.

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