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Lá em janeiro tive duas expedições no Noroeste de Minas, onde passei na única tríplice divisa de Goiás, Minas e Distrito Federal, e foi lá nas bandas de Unaí que consegui registrar a Scinax tigrinus na localidade tipo.

De Fevereiro a Maio fui para o Sul de Minas, e lá teve amor e ódio. Hehehe. Amor de ter fotografado um Tapeti, cascavéis e ate mesmo cobra cipó em fundo branco. Já com a  Urutu, passei foi raiva, acredita que a safada resolveu aparecer 24 horas depois de eu ter voltado para casa?

Em julho teve Copa…
Por incrível que pareça esse ano teve copa!

Ainda em julho voltei para o Noroeste de Minas. De lá praticamente fui direto para o Oeste do Pantanal, faltou bem pouquinho para chegava na Bolívia.

Em Agosto foi correria pura, voltei do Mato Grosso, troquei de mala e fui direto para o Sul/Sudoeste de Minas. De lá passei uns dias no Triângulo Mineiro, e de lá ainda consegui uns dias para coletar na região do Jequitinhonha.

Setembro fui para o Rio Doce, coletar no PERD, o lindo Parque Estadual do Rio Doce, ah! Perd… uma das matas mais lindas, mas que esperava ver muito mais bichos do que aconteceu. Apesar do potencial eu e o parque ainda não nos acertamos. Perd saiba que não desisti de você. Ainda quero uma B. bilineatus e uma L muta de você. Mas respeitarei seu tempo, quem sabe na próxima acontece nosso encontro.

Em Outubro saí para um reconhecimento de campo de 2019, onde só tem gente PHODA! Voltei animado desse campo, queria muito ver as fotos que tirei com e do pessoal. Só que veio a maior frustração digital do meu ano, o SD foi corrompido.

Bola para frente, que temos uma monografia para ajudar a acontecer, e enfim retornei a coletar em Belo Horizonte. Em uma noite, apareceram pelo menos 3 espécies que nunca tinha registrado antes. É,  BH tem seus segredos.

Novembro teve mais Sul de Minas e mais Rio Doce, ambos me deram lindas fotos, e espécies novas (para mim).

Dezembro, esse sim foi o mês bagunçado… a sensação que tenho é que estamos no dia 78 de dezembro. Comecei o último mês do ano na região do Jequitinhonha. De lá corri pro PERD, voltei para o Triângulo e retornei para casa bem a tempo das festas de Natal.

Esse ano de 2018 não acaba mesmo, faltam 2 dias para acabar e tenho bastante trabalho atrasado. Mas com foco vamos!

Ano que vem a agenda está linda! Tá com muitos trabalhinhos que quero fazer. Cheia de pequenos projetos que quero ampliar. Vários que quero finalizar e estruturando outros que quero começar.
Eu seu que é muita coisa, mas se tivermos um 2019 como foi 2018 vai dar tempo de fazer de um tudo.
Ou não.

Grande Abraço
Rodrigo Tinoco

Rodrigo Tinoco

Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, o biólogo mineiro dedica-se a aplicação de tecnologias digitais e ao estudo dos répteis e anfíbios brasileiros.

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