Leptodactylus spixi

Nome Científico: Leptodactylus spixi Heyer, 1983
Nome popular:
popular
Classe:  Amphibia | Ordem: Anura | Família: família
Nomenclatura antiga:

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Descrição da espécie:

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Hábitos e Habitats:

Esta espécie ocorre amplamente no leste do Brasil, do Estado da Paraíba até o oeste do do Ceará, ao sul do Rio de Janeiro até o extremo norte de São Paulo, ocorrendo até 900m de altitude. Vive em florestas primárias e secundárias, incluindo a floresta seca e borda de floresta, mas não em áreas abertas. Ela também pode ser encontrada em plantações de cacau. Escava tocas subterrâneas perto de lagoas temporárias, em que produz. Ao contrário do observado em outras espécies do gênero Leptodactylus, que evitam consumir formigas esta categoria está presente na dieta de L. spixi.

Reprodução:

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Vocalização:

O canto de anúncio consiste de uma única nota de estrutura harmônica e não pulsionada, com duração média de 120ms, taxa de repetição média de aproximadamente 90 cantos/minuto e de freqüência modular ascendente de 522 a 2033Hz. A freqüência dominante corresponde à fundamental, apresentando valor médio de 1634Hz. Todos os cantos de anúncio das espécies do grupo de L.fuscus possuem modulação de freqüência ascendente e foram identificados três tipos distintos desses cantos:trinados, assobios de modulação fraca e assobios de modulação forte. O canto agressivo é formado por uma série de notas multipulsionadas de estrutura harmônica. Cada nota apresenta duração média de 1317ms e freqüência dominante de 1445,7Hz, que corresponde ao segundo harmônico. O girino apresenta morfologia e coloração bastante semelhante aos demais do grupo de L. fuscus e possui fórmula dentária 2(2)/3. Comparando – se a morfologia oral interna de L. spixi com as demais espécies do grupo de L. fuscus, nota-se um padrão muito semelhante de número e forma de estruturas do assoalho e teto bucais.

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Informações sobre os girinos:

No estágio 34, o girino apresenta corpo aproximadamente elíptico em vista lateral e oval, com leve constrição na altura do espiráculo, em vista dorsal, e representa cerca de 34% do comprimento total (Tab.1; Fig.3A-C); altura máxima do corpo no final do terço médio, na altura do espiráculo; focinho levemente truncado em vistas lateral e dorsal; olhos dorsolaterais; narinas redondas, dispostas dorsolateralmente e mais próximas do focinho que dos olhos; espiráculo único, pouco alongado, sinistro, transparente, localizado abaixo da linha mediana do corpo, com parede interna presente em uma pequena prega e abertura voltada para trás e para cima; tubo anal mediano, separado da nadadeira ventral por uma membrana; nadadeira dorsal com origem pouco antes do fim do corpo, de contorno aproximadamente reto até a metade da cauda e descendente a partir desse ponto; nadadeira ventral reta até o início do terço posterior, ascendente a partir desse ponto; extremidade da cauda estreita, arredondada; altura máxima da cauda no terço médio; disco oral ântero-ventral, fórmula dentária 2(2)/3 (Fig.3D); papilas marginais em toda a extensão do disco oral, exceto na região mediana do lábio superior; papilas uni a biseriais em ambos os lábios; bicos córneos serrilhados, longos e estreitos, sendo o superior arqueado e o inferior em forma de “V” aberto.

Mapa de Registro:

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Galeria de Imagens / Variação da espécie:

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  • +Referências Bibliográficas

    http://www.iucnredlist.org/details/57167/0

    http://www.herpetologia-mn.com/pdfs/marcos_bilate/bilateetal2007.pdf

    http://www.seb-ecologia.org.br/viiiceb/pdf/394.pdf

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